Diminuindo o tamanho de suas VM’s para exportação – XenServer

Exportar máquinas virtuais (VM) no XenServer é um recurso muito utilizado para quem deseja efetuar backup de suas máquinas. Com isso, você consegue gravar uma cópia da sua máquina sem mesmo ter que desliga-la. Porém, você já deve ter notado que o tamanho do arquivo exportado tende a crescer conforme você utiliza o disco de sua VM, mesmo tendo apagado vários arquivos. Isso acontece porque os SO’s não apagam efetivamente os arquivos delatados, mas sim o ponteiro para os mesmos….é assim que alguns programas conseguem ‘recuperar’ arquivos deletados. Para simplificar, é como se o seu telefone fosse apagado da lista telefônica (alguém ainda lembra o que é isso?): ele não existe mais no índice, mas continua lá, funcionando.

Com isso, ao exportar sua VM, o tamanho do arquivo será grande também (no máximo o tamanho total do seu disco virtual). Para resolver este problema, a solução é você voltar a gravar ‘zeros’ nos locais onde um dia já houve um arquivo gravado. Isso é feito de duas maneiras: no windows, usando o aplicativo SDelete da própria microsoft; no linux, usando o comando dd.

Para baixar o SDelete, acesse o endereço: http://technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/bb897443.aspx

Para baixar o programa e executar a partir de um prompt de comando:

sdelete -c

E pronto, todo espaço que nao contem mais arquivos será ‘zerado’!

No linux, é mais simples ainda: basta executar o comando abaixo:

dd if=/dev/zero of=/apagar; rm /apagar

O comando irá retornar um erro de espaço em disco no final, isso é normal.

Após executar os comandos acima (seja no windows ou no linux), ao exportar sua VM, você irá notar que o tamanho do arquivo gerado terpa somente o tamanho utilizado na VM, e nao o tamanho total do disco. Dependendo do caso, isso faz muita diferença.

Atualizar firmware do módulo ESP8266

Se você comprou um módulo ESP8266 e esta tendo dificuldade com algum comando ou funcionalidade, pode ser necessário atualizar o firmware do seu módulo.

Quando o meu módulo chegou, fiz os testes de comunicação, porém havia sempre ‘lixo’ no meio da comunicação, principalmente caracteres ilegiveis. Por esse motivo (e também para mante-lo atualizado) resolvi fazer o upgrade do módulo para a última versão disponivel. Segue abaixo o passo-a-passo de como efetuar a atualização:

  1. Não vou entrar em detalhes com relação a ligação do módulo. Além de você ligar todos os fios que você precisa para efetuar a comunicação, você também deve ligar o pino ‘gpio_0’ no negativo (terra) do seu circuito. Essa ligação irá habilitar o modo de gravação de firmware no módulo.

Quadro Star Wars – Darth Vader

Mais um trabalho finalizado: Darth Vader – Star Wars. Depois de algumas horas projetando e mais algum tempinho de máquina trabalhando, eis o resultado:

O quadro possui as medidas de 29x42cm e 15mm de espessura. Abaixo uma pequena parte da usinagem na CNC. PS: Aceito encomendas 😉

Nova antena DCA para satélites meteorológicos

Depois de não obter sucesso na primeira antena DCA (Double Cross Dipole) montada, resolvi tentar novamente. Dessa vez, utilizei cabos RGC-58 ao invés do RG-58. Também adicionei ferrites nos dipolos e com a ajuda de um amigo (Sr. Wilson), consegui tunar a antena exatamente para 137Mhz utilizando um analisador de antenas da Comet.

A estrutura da antena continua a mesma: tubos de PVC para sustentação e dipolos de alumínio 3/8. Para segurar os dipolos nos canos de PVC, utilizei silicone industrial ao invés de massa plástica…dá menos trabalho e seca mais rápido! A saída dos fios de cada dipolo também ficou mais próxima do dipolo, e não do centro (cruzeta), como na versão anterior. Também utilizei um conector VHF para efetuar a ligação com com o SDR (na versão anterior, o fio do cabo era soldado diretamente na antena). E por último, a pintura para proteger um pouco a antena do sol (dessa vez Azul).

As primeiras imagens recebidas com esta antena estão aqui.

Imagens recebidas por SSTV do satélite bolinha

Imagens recebidas por SSTV através do famoso satélite ‘bolinha’, oficialmente chamado de Fltsatcom 8. Trata-se de um satélite militar americano desativado, onde vários ‘piratas’ (principalmente caminhoneiros brasileiros) o utilizam para comunicação e envio de imagens. Essas imagens são transmitidas por SSTV e ninguém sabe de onde vem ou para quem são destinadas, mas especula-se que são transmitidas a partir da Espanha.